"Tempos
estranhos. Talvez essa tenha sido uma das expressões mais ouvidas nesse ano. E
tal se justifica muito em razão das alterações no plano comportamental advindas
da pandemia da Covid-19, que gerou inúmeras limitações e sensíveis alterações,
transformando 2020 em um ano "estranho". Mas vamos entrar numa seara
deferente. Vamos imergir numa reflexão composta por um tema relativamente novo
no meio social — e jurídico, por consequência — que atrai várias perguntas com
poucas respostas: a desinformação. Sim, vamos falar das fake news. E, a fim de
se dar um recorte minimante científico, embora seja este um artigo de opinião,
vamos limitar nossa reflexão ao plano jurídico, instigando a seguinte questão:
em que medida caberia responsabilização por propagação de fake news?"...
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