Começam a valer neste mês os novos salários mínimos nacional
e paulista. O mínimo nacional fica R$ 724, valor 6,78% maior que o vigente até
o fim de 2013, de R$ 678. O novo mínimo deve injetar R$ 28,4 bilhõesem renda
na economia neste ano, de acordo com o Dieese. Ainda segundo dados do Dieese, o
salário de R$ 724 embute aumento real de 72,35% sobre o de 2002, de R$ 200, e
48,2 milhões de pessoas têm rendimento referenciado no mínimo. No Estado de São
Paulo, o salário mínimo é maior. Há dois novos pisos,
válidos desde o dia 1º deste mês: R$ 810 (antes, R$ 755 alta de 7,28%), para
trabalhadores como domésticos, motoboys e de serviços de limpeza, e R$ 820
(antes, R$ 765 aumento de 7,19%), para operadores de telemarketing e cobradores
de ônibus, por exemplo. As novas faixas de São Paulo já foram publicadas no
Diário Oficial do Estado. Com os novos
mínimos e a tabela de Imposto de Renda 2014, trabalhadores que até o ano
passado estavam isentos do tributo podem ter que começar a pagar. Essa faixa também sofreu
reajuste, mas de 4,5% menor que o do mínimo. Pela nova tabela do IR, está
isento neste ano quem ganhar até R$ 1.787,77 por mês. Até 2013, o limite era de
R$ 1.710,78 mensais. Informação da Folhapress.
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