O masoquismo é uma
perversão definido pela obtenção de prazer sexual que se sente partir da dor e
de sofrimento ou humilhação que o próprio indivíduo aplica a si mesmo ou a que
se submete a ação de outra pessoa.
A dor é um
estímulo físico de que algumas pessoas precisam para sentirem excitação
sexual. Apesar da dor o indivíduo sente
bem-estar por causa da liberação de endorfinas.
O indivíduo
masoquista envolve-se com frequência em atos de ser espancado, acorrentado,
humilhado, atado, golpeado ou a sofrer de qualquer outra forma, transformando
isso em satisfação sexual.
Os comportamentos
associados ao transtorno do masoquismo sexual podem ser realizados sozinhos ou
com um parceiro. Nos casos extremos, em que são provocadas como a diminuição do
oxigênio no cérebro no momento do orgasmo, podem ocorrer mortes acidentais. O
masoquismo é também uma forma de preferência sexual. Não existe nenhuma teoria
que explique esse fenômeno masoquismo.
Depois dos atos o
masoquista sofre de ansiedade grave, culpa pensamentos obsessivos e vergonha,
mas isso não impede de repetí-lo em uma próxima oportunidade.
O diagnóstico de
masoquismo é clínico pode ser feito por um psicólogo ou por um psiquiatra.
O tratamento envolve medicações e terapias. Embora o termo tenha sido empregado
na esfera sexual, ele também é utilizado para descrever pessoas que se permite
em sofrer dificuldades, humilhações, desgraças em si próprias e sente prazer
nisso. Esse é o masoquismo moral.
Existem
comportamentos masoquistas leves que não causam perturbações e fazem parte do
repertório do casal.
Cidinha Pascoaloto – Psicóloga - CRP 06/158174 Terapia
Cognitivo Comportamental (TCC) com foco no Luto, Depressão e Ansiedade
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