LEGISLATIVO
AGITADO
Nesta
quarta-feira começaram as audiências do processo de cassação da vereadora Sara
Scarabelli. Houve agitação no local com a presença de vereadores, advogados e
da imprensa, incluindo TV Fronteira. Não foi divulgado o número de audiências
previstas antes do encerramento do processo. O link no site da Câmara sobre o
processo está parado desde 6 de abril e seu tema é ‘transparência’. Hoje, mais
quatro pessoas serão ouvidas. A primeira audiência foi com a vereadora Sara
Scarabelli.
NOTA GERA
COMENTÁRIOS
A nota da coluna
passada sobre possíveis nomes de candidatos a deputado foi bastante comentada.
Assim, vamos iniciar a divulgação de nomes de lideranças da região que ‘poderiam’
entrar no processo eleitoral de 2022.
NOMES SUGERIDOS
Alguns
ex-prefeitos poderiam enfrentar o processo eleitoral, tais como Luiz Carlos
Henrique da Cunha e Giúlio Pires (Panorama), Odemar Carvalho do Val (Ouro
Verde), Ermes da Silva (Pauliceia), José Sadao Koshiyama (Monte Castelo),
Manoel Pereira dos Santos (São João do Pau D’Alho), Hélio Furini
(Junqueirópolis), Rodrigo Theodoro (Santa Mercedes), Juliano Bertolini, José
Antonio Pedretti, Célio Rejani e Zezinho Garcia (Dracena). Lembrando que os
partidos terão que lançar muitos candidatos e vão fazer convites em todas as
regiões.
OUTROS NOMES
Em Dracena,
Reinaldo Alguz é nome certo para disputar a reeleição na dobradinha com Enrico
Misasi. São comentados nomes de Kielse Muniz, Rodrigo Parra, Valter Fernandes,
Osvaldo Garcia, Célia Brandani, Juninho do Esporte, Moisés da Funerária e
Victor Palhares, além dos ex-prefeitos citados. Parecem estranhos tantos nomes
cotados, mas eleição de deputado será igual a de vereador por causa da falta de
coligações e lançamento de chapas puras. Dinheiro não é problema por causa do
fundo partidário.
UTILIDADE DO
VEREADOR
Nota do famoso
colunista Cláudio Humberto, de Brasília: “O alto custo das Câmaras Municipais
faz retomar a discussão sobre a utilidade do vereador, que passam quatro anos deliberando
obviedades, até voltarem a atuar como cabos eleitorais. Duro para os municípios
é sustentá-los entre uma eleição e outra. Levantamento recente indicou que 31
municípios paulistas não arrecadam o bastante para bancar sua Câmara Municipal.
Borá, o menor deles, arrecada R$ 532 mil por ano e gasta R$ 720 mil com
vereadores que aparecem duas vezes ao mês”.
MUITO MAIS GRAVE
Segue o
colunista: “Para a Federação das Indústrias do Rio e a Confederação Nacional
dos Municípios, mais de 80% dos municípios não se sustentam. A proposta é o fim
do vereador em cidades abaixo de 2 milhões de habitantes, criando Câmaras de
grupos de municípios”.
CLÁUDIO JOSÉ
PASQUALETO