Uma noite inesquecível
Vi Oscar Schmidt
atuar apenas uma vez. Foi em 2003 em Bauru, no ginásio Panela de Pressão. Ele
vestia a camisa do Flamengo do Rio que possuía um elenco de ponta. Do lado do
time da casa começava a se destacar o ala Leandrinho que depois iria para os
Estados Unidos e também entraria para a história do basquete.
Resultado
improvável
Com o Panela de
Pressão lotado, tanto que assisti ao jogo de pé, o quadro da casa acabou
derrotando o Flamengo que ainda tinha o hábil Rato como armador. Acontece que o
emergente Leandrinho estava iluminado e regeu o Bauru num triunfo histórico.
Passo gigantesco
Após acumular glórias e ganhar tudo, Oscar resolveu que entraria para a política. E montou um plano ambicioso que seria uma candidatura a presidente da República. E decidiu que iniciaria a nova batalha com a disputa de uma vaga a senador por São Paulo. Só que acabou derrotado pelo petista Eduardo Suplicy e abdicou definitivamente da política.
Muito cedo
Problemas de saúde
abreviaram a vida de Oscar que eternizou o apelido de ¨Mão Santa¨, em razão de
seus arremessos certeiros. Inclusive, dias atrás, deixou de comparecer a uma
homenagem que lhe foi feita pelo Hall da Fama. Foi representado por seu filho
mais velho.
Os caros alunos
Semana passada, a cidade foi abalada com os falecimentos de José Nunes Barreto e André Lallo. Em tempos diferentes, tive a honra de tê-los como alunos. Para Nunes, lecionei Francês no Cene de Tupi Paulista. Para André, Português, no Isac. Também tive a oportunidade de acompanhar suas exitosas carreiras profissionais. Aos familiares, sinceras condolências.
Professor Valdir Andrêo

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