Perda irreparável
Seria sepultado nesta quinta-feira, em Valinhos, Carlos Roberto Marques. Eu o conheci, bastante jovem, na rua Tiradentes, em Tupi Paulista, quando ele iniciava o namoro com a sensível e saudosa professora Alda que o acompanhou por muitos e muitos anos. A amizade veio a se fortalecer, quando a família Andreo se transferiu para Dracena.
Ao longo de sua vivência nesta cidade, Carlos revelou-se um político de primeira linha. Não só como vereador, mas - principalmente - nos bastidores, em que atuou como extrema capacidade. Como esquecer sua participação na conquista de verbas para o saneamento de importante setor do jardim Jussara, durante o mandato do prefeito Zezinho Garcia?
Em 1994, intermediou as negociações para que o ministério do Bem Estar Social destinasse verba para as obras de saneamento. A assinatura se deu na sede no ministério, em Brasília, com a presença de Zezinho Garcia, diversos vereadores, imprensa local (representada por este colunista e Edir Gonçalves) em reunião com Antonio Perozza (então representante do ministro da época).
Enquanto a comitiva oficial encarava a longa viagem numa caminhonete, Marques conseguiu um avião de um amigo de Penápolis que o transportou, Edir e este repórter até Brasília, com retorno no mesmo dia, com aterrissagem no aeroporto de Araçatuba.
Neste momento de extrema dor, todo nosso conforto aos filhos e demais familiares de Carlos e Alda. Que eles reúnam forças suficientes para superar tão grande adversidade.
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| Na sede do ministério, em Brasília, Zezinho Garcia, Perozza e Carlos Marques |
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| Nos anos 1990, Carlos recepcionou o governador Mário Covas, no aeroporto Muliterno |


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