Erotofobia pode ser um conjunto de causa desenvolvidas desde a infância e ao longo da vida. A descoberta das partes do nosso corpo começa na infância e assim vamos nos relacionado com sexualidade. É nessa fase que descobrimos partes do nosso corpo que vão se desenvolvendo mesmo sem qualquer pensamento erótico.
A erotofobia pode ser desencadeada desse processo de desenvolvimento principalmente se houver uma experiência negativa ou traumatizante até a adolescência.
As experiências negativas pode ser de uma criança ou um adolescente ter assistido uma cena de sexo presencialmente, ou vídeos e filmes que mesmo sendo apenas de sexo normal para adultos pode fazer com que a criança faça uma ligação de sofrimento.
Mas, o que é erotobobia? Trata- se de medo excessivo com tendencia de pensamentos negativos do ato sexual.
A pessoa com essa fobia sente nojo, ânsia ou horror ao ato sexual. Mas
nem sempre o problema está relacionado com o ato sexual, mas, sim com o toque e
o envolvimento íntimo com outra pessoa.
A pessoa sente desejo sexual de se masturbar, mas não consegue ter a
relação com penetração. Os sinais
apresentados são de tédio quando existe a possibilidade de fazer sexo, dificuldade
em imaginar fazer o ato com outra pessoa e muitas vezes a pessoa com essa fobia
não tem um parceiro.
Problemas ginecológicos, disfunção sexual, dores e mal formação vaginal,
podem estar relacionados com a fobia. Com os homens também pode ocorrer e as
vezes de forma mais intensa.
A erotofobia é um medo que sai do controle da pessoa e nesse caso é
importante a ajuda de um psicólogo comportamental e psiquiatra que ajudarão a definir
melhor estratégias para ajudar no controle da fobia.
Cidinha Pascoaloto
- Psicóloga-CRP 06/158174. Presencial e online, contato: 9 9725-6418.

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