O governador João Doria anunciou a contratação de 2.500 câmeras corporais para a Polícia Militar do Estado de São Paulo. O novo sistema terá tecnologia para acionamento remoto, localização imediata por GPS, gravação ininterrupta do turno de serviço, com armazenamento do conteúdo em nuvem e transmissão das imagens em tempo real para centrais específicas, como o Centro de Operações da PM (COPOM), garantindo assim o acompanhamento instantâneo das ações policiais em diferentes regiões do Estado e a sincronização dos fatos com as evidências gravadas.
A expectativa é que as novas câmeras entrem em operação já no primeiro trimestre de 2021. O contrato de prestação de serviço terá duração prevista de 30 meses e a estimativa é que o Governo do Estado invista cerca de R$ 1,2 milhão ao mês na operação e gestão completa do sistema.
Como funciona
As câmeras portáteis são acopladas aos uniformes dos policiais militares e gravam automaticamente todas as atividades policiais durante o turno de serviço. Ou seja, todas as abordagens, fiscalizações, buscas, varreduras, acidentes e demais interações com o público são registradas independentemente da ação policial. Os dados são transmitidos em tempo real por meio de live streaming ou armazenados na nuvem para serem acessados remotamente por autoridades de segurança e judiciais sempre que necessário.
O recurso do posicionamento global por satélite
(GPS) traz um ganho tanto para a produção de provas, uma vez que agiliza a
sincronização das evidências com os fatos, como para a segurança dos policiais.
Com o equipamento acoplado ao corpo, o policial pode ter sua posição facilmente
rastreada e informada com exatidão aos demais colegas em serviço em situação na
qual ele precise de apoio.
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