Segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), um dos
órgãos que monitoram o acordo, R$ 1,6 bilhão foram pagos aos titulares de
cadernetas de poupança na época, valor que envolveu 98 mil processos.
Em 2018, o Supremo Tribunal Federal (STF) homologou
um acordo entre entidades que atuam em defesa do consumidor e a Federação
Brasileira de Bancos (Febraban), na tentativa de encerrar a disputa judicial
pelo ressarcimento, que tramita desde a década de 80.
As ações envolvem as perdas inflacionárias com os
planos econômicos Bresser (1987), Verão (1989), Collor 1 (1990) e Collor 2
(1991).
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