segunda-feira, 25 de agosto de 2025
FALECEU DJALMA COSTA, FUNCIONÁRIO MUNICIPAL E MORADOR DO JARDIM NOVA DRACENA
Djalma Costa já trabalhou como garçom e na condição de servidor municipal prestava serviços no Poupatempo.
domingo, 24 de agosto de 2025
AGENDA DESTA SEGUNDA-FEIRA - 25 DE AGOSTO
“APANHEI E NÃO MORRI”: AS MARCAS INVISÍVEIS DA VIOLÊNCIA NA INFÂNCIA
O que acham quando
dizem que apanharam e não morreram?
Muitas pessoas dizem essa frase para justificar a violência na educação dos filhos, mas do ponto de vista psicológico e social é uma questão muito mais profunda do que se pensa. Os estudos em psicologia mostram que bater não ensina respeito, não educa, mas desenvolve medos na criança. Apanhar pode ser uma experiência traumática e piora o comportamento.
Quando alguém diz que “apanhou e não morreu”, está aceitando a agressão de forma inofensiva. E o medo de apanhar pode gerar inseguranças, baixa autoestima, traumas, dificuldades de relacionamentos ao longo da vida e até se tornar crônico.
Sobreviver não significa ficar bem. Quando o adulto lembra que apanhou ele está lembrando sobre as marcas do passado que ficaram na mente e muitas vezes no corpo.
Essas lembranças são de humilhações e de crueldades. Pais que tiveram a experiência de apanhar na infância podem ter o mesmo comportamento de bater nos filhos. Crianças educadas com violências tem mais possibilidades de serem agressivas ou se tornarem submissas.
Problemas de saúde mental podem surgir em uma criança que sofreu violência física na infância e na adolescência, como transtornos depressivos, alucinações, alterações de memória, comportamentos violentos e até tentativas de suicídio.
O indivíduo que diz a frase “apanhei e não morri “esconde sofrimentos silenciados e não cresceu emocionalmente saudável apenas sobreviveu. A criança que apanha se sente desvalorizada, e por medo de apanhar ela mente, engana e confunde a educação dos pais.
Crianças e adolescentes têm direito de serem compreendidos e não podem ser expostos à violência, crueldade e opressão.
Você apanhou e não morreu fisicamente, mas ficou violento com seus companheiros e com seus filhos porque se tornou uma pessoa amarga, negativa e angustiada.
"Você apanhou e não morreu. Mas será que ficou bem? Violência não é educação. É crime."
Cidinha Pascoaloto
- Psicóloga, CRP 06/158174. Presencial e online, WhatsApp 9 9725-6418
www.facebook.com/cidinha.pascoaloto
Cidinha Pascoaloto
(@cidinhapsicologa) • Fotos e vídeos do Instagram
MEMBRO DA COMISSÃO DOS 80 ANOS PRESTIGIA O EVENTO NA UNESP
Neste domingo, o ex-prefeito Zezinho Garcia representou a Comissão dos 80 anos de Dracena na 9ª Corrida e Caminhada da FCAT/Unesp.
CORRIDA E CAMINHADA DA FCAT/UNESP CONTAM COM MAIS DE 800 PARTICIPANTES
A 9ª edição da
Corrida e Caminhada da FCAT/Unesp de Dracena, neste domingo, foi um sucesso. Mais
de 800 pessoas participaram.
A prova de cinco quilômetros foi vencida por Michael de Paula Passos, de Bauru, com tempo de 16 minutos e 34 segundos. A seguir: Claudinei Rodrigues de Camargo (Pulguinha), Émerson Antonio Pícolli Simões, José Roberto da Silva e Adilson dos Santos Lemes.
Entre as mulheres, a vencedora foi Susane Pereira Franco, de Andradina, com o tempo de 20 minutos e 58 segundos. Na sequência, Kátia Pereira Franco, Elaine Cristina de Souza Quirino, Thaís Fernanda Bezerra Pizani e Josefa Zelma da Silva Gomes.
Na categoria interno feminino da Unesp, ganhou Lana Estevão Cobra. Externo Unesp, Márcia Regina Santos.
No masculino interno Unesp, vitória de Pedro Marcos Gonçalves de Oliveira. Externo Unesp, Alfredo Bonini Neto.
A corredora Fátima Pereira Viana (equipe Passos Treinamento Esportivo) ganhou na categoria acima de 65 anos com o tempo de 23 minutos e 4 segundos. Valdir Gonçalves venceu a prova acima de 65 anos com 25 minutos e 17 segundos.
Falaram no evento
a diretora da Unesp, Sirlei Maestá e o vice Leandro Tropaldi. Estiveram
presentes os vereadores Lourival Alves e Juliano Brito Bertolini, secretário
municipal Otávio Oliveira e o ex-prefeito Zezinho Garcia, representante da
Comissão dos 80 anos de Dracena.
Na apresentação do
evento Cláudio José e o coordenador Renatinho Nunes.
Cobertura geral com o fotógrafo André Kuwada.
Apresentações da Banda Supra e do grupo do batuque do Murf.
Todos os resultados
podem ser conferidos no site da TV COM RUNNING
VÍDEO DA LARGADA
https://www.facebook.com/claudiojose.pasqualeto/videos/1136498878460936?locale=pt_BR
![]() |
| Fotos de Cláudio José |




















.jpg)




