A rejeição é
considerada uma das feridas emocionais que geram marcas profundas na vida das
pessoas.A rejeição familiar pode se manifestar de diferentes maneiras, pode
estar relacionada a questões social, profissional, afetivo e familiar.
Entre todas
essas questões, a mais difícil de lidar é a rejeição familiar, é maior porque o
ser humano tem a necessidade de estar vinculado a um grupo. Quando a noção de pertencimento é duvidosa,
as emoções são abaladas e as relações, profundamente prejudicadas.
A família é algo
que precisa estar unida ao indivíduo desde o nascimento, principalmente, quando
a criança aprende a diferenciar sentimentos positivos e sentimentos negativos.
Na infância, perceber o desprezo dos pais pode levar a um enorme sentimento de
insegurança, o que compromete a forma de encarar a vida e a maneira de se
comportar no futuro.
Crianças
rejeitadas pelos pais ou pelos familiares próximos crescem com um vazio
emocional muito grande, o que faz com que elas se sintam constantemente
diminuídas e abandonadas. Quando essa carência emocional não é preenchida com
amor, carinho, atenção, compreensão e acolhimento, esse histórico familiar gera
graves consequências na saúde mental da criança. Ele torna um adolescente com
dificuldade para lidar com suas emoções.
Pais que não se
preocupam em suprir as necessidades de bebês e de crianças pequenas contribuem
para o desenvolvimento de insegurança. Negligenciar alimentação, higiene e
afeto pode acentuar sentimento de rejeição e de falta de proteção.
Uma das formas
de rejeição entre familiares é a violência doméstica verbal ou física. Se você
se comporta dessa forma procure ajuda de profissionais da saúde mental. Um
psicólogo poderá te orientar como compreender a rejeição.
Cidinha Pascoaloto - Psicóloga
CRP 06/158174
Terapia Cognitivo
Comportamental (TCC) com foco no Luto, Depressão e Ansiedade Atendimento
presencial e online, contato: (18) 99725-6418