A síndrome da pressa é um problema psicológico e comportamental na modernidade que afeta muitas pessoas.
Vivemos em uma época em que as pessoas correm contra o tempo, tentam fazer tudo muito rápido. Essa rotina acelerada tem contribuído para o aumento da Síndrome da Pressa, um estado psicológico e físico de urgência constante, onde tudo precisa ser feito com muita rapidez.
A síndrome da pressa não é um diagnóstico clínico, mas um comportamento acelerado e ansioso, moderno marcado pela ansiedade, impaciência e a dificuldade em desacelerar. Quem sofre desse mal costuma sentir que o dia é curto demais, irrita-se com filas de espera, lentidão no trânsito e em outras situações.
Do ponto de vista psicológico,
a pressa constante cria um estado de tensão interna que impede o relaxamento e
afeta o equilíbrio emocional. O indivíduo passa a viver sob efeito de estresse
crônico, e o cérebro entende essa agitação como um perigo contínuo. Com o tempo
surgem sintomas como fadiga, insônia, irritabilidade, lapsos de memória e
sensação de vazio, mesmo após realizar diversas tarefas.
A síndrome da pressa também
reflete uma crença social: a de que “fazer mais” é igual a “ser melhor”. Nessa perspectiva
nos desconecta da experiência presente e nos afasta de nós mesmos.
É preciso resgatar o valor da pausa. Parar não é perder tempo, é recuperar-se. Práticas como respiração profunda, caminhadas sem pressa, momentos de silêncio e desconexão das telas ajudam a reorganizar o ritmo interno. Reservar pequenos intervalos durante o dia, reduzir o excesso de compromissos e aprender a dizer “não” também são passos importantes para recuperar o equilíbrio emocional.
Desacelerar é um ato de
autocuidado e inteligência emocional.
É quando diminuímos o ritmo
que começamos, de fato, a viver.
Cidinha Pascoaloto – Psicóloga (CRP 06/158174)
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