VENDA DE 33 ÁREAS
Na sessão de ontem foi aprovada em segunda votação por 10 x 1 a venda de 33 áreas do município, através de leilão, visando arrecadar recursos para uma série de investimentos. Todos os terrenos, se vendidos, vão gerar mais de R$ 15 milhões para os cofres públicos dracenenses. O projeto tinha parecer contrário do Jurídico da Câmara e recebeu voto contrário apenas do vereador Farinha Dekka, que se justificou na tribuna.
O MAIOR ESPAÇO
A maior área oferecida está localizada no Residencial Novo Horizonte, com 4.698 metros quadrados e avaliação de R$ 3,2 milhões. A segunda mais bem avaliada fica no Hosoume II, no valor de R$ 1,9 milhão. A menor de todas está próxima do Campo do Barrancão, no Jardim Alvorada, no valor de R$ 51 mil.
SETOR FUNERÁRIO
Três terrenos no quarteirão do Velório Municipal interessam diretamente a donos de funerárias. Seja para construção de velório próprio ou algum investimento voltado ao segmento específico. Cada terreno tem valor de R$ 109 mil.
FESTA EM JACIPORÃ
Jaciporã cumpriu integralmente a programação de
aniversário, com eventos na sexta-feira, sábado e domingo. Como não estamos em
ano eleitoral, a movimentação de políticos interessados no voto e de cabos
eleitorais não aconteceu, deixando o distrito mais tranquilo. Foi pequena a
participação dos vereadores. Apenas um apareceu por lá na tarde de domingo
durante o almoço realizado depois da Cavalgada.
NOVAS TORRES
Empresas de telefonia celular estão ampliando as estações em Dracena. Novas torres estão sendo implantadas no Jardim Alvorada, Jardim Brasilândia e Vila Lucélia. Há um projeto ainda na região do Bairro São Cristóvão.
SEGMENTO AQUECIDO
A venda de antenas parabólicas cresceu após a TV
Fronteira perder a condição de afiliada da Rede Globo, não chegando ainda na
região a imagem da TV TEM de Bauru. O mesmo ocorreu quando um vendaval derrubou
a torre de TV de Dracena no Distrito Industrial, por volta de 1996, e a
população teve que comprar antenas parabólicas para ver todos os canais na
época. A torre próxima da caixa d’água da EMDAEP na Rua Euclides da Cunha foi
montada em 1997 e até hoje não passou por nenhuma reforma ou pintura.
CLÁUDIO JOSÉ PASQUALETO

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