Os desastres naturais provocam sérios impactos nas pessoas que estão diretas ou indiretamente envolvidas deixando-as enlutadas de maneira imediata e inesperada afetando o bem-estar psicológico e a saúde mental dos indivíduos.
O desastre natural destrói ruas, bairros, casas e lugares onde as pessoas construíram histórias de vida cheias de significados, e de repente deixaram de existir de uma forma inesperada.
Além do que perdas de ente queridos e animais de estimação pode gerar profunda tristeza. Muitas pessoas precisam aprender a lidar com a nova adaptação de vida e meios de subsistência além de passar pelo processo doloroso do luto.
Relações foram desfeitas de forma brusca, as pessoas que vivenciam esses eventos enfrentam intensos graus de estresses, ansiedade, medos e traumas, e dores emocionais profundas que são capazes de gerar consequências graves.
É importante compreender que o grau da intensidade de um desastre não depende somente do tamanho acontecimento, mas também do grau de risco da região atingida.
A vulnerabilidade passa a ser entendida como uma condição social de fatores decorrentes de mudanças ambientais como degradação ambiental, desmatamentos de encostas e leitos de rios e riachos, poluição, entre outros.
O aumento acelerado e desorganizado da população em algumas localidades contribui para o aumento de casas construídas em locais inadequados sem saneamento básico.
Os desastres naturais são acontecimentos inesperados pela população e isso aumenta o número de pessoas com traumas, reações físicas e sofrimentos mentais.
Doenças físicas como leptospirose, tétano, hepatite, diarreias agudas podem acometer as pessoas que estavam no local e tiveram contato direto com a água suja.
Em situações de desastres ambientais é fundamental oferecer suporte psicológicos e emocionais para as pessoas afetadas, principalmente trabalhar as perdas concretas e significativas com as vítimas.
Cidinha Pascoaloto - Psicóloga, com foco no luto CRP 06/158174. Presencial e online, contato: (18) 9 9725-6418

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