A síndrome da morte súbita latente infantil é definida como a morte inesperada de um bebê aparentemente saudável durante o sono. Nesse caso nem a autópsia consegue apontar a causa. Ela afeta principalmente crianças entre dois e quatro meses de idade e é mais comum em meninos. O nascimento prematuro é líder em números de morte súbita. A prematuridade pode ocasionar a imaturidade do aparelho cardiorrespiratório e a incapacidade de controlar as temperaturas do corpo do bebê. Ela acontece no mundo inteiro.
Não se sabe qual o momento que a morte ocorre. Se a criança ainda está acordada ou dormindo a noite. A posição de dormir de barriga para baixo aumenta a possibilidade de acontecer a morte súbita infantil enquanto a posição de barriga para cima diminui o número de mortes.
Depois dos seis meses de idade é muito raro isso acontecer. A posição de
dormir de barriga para baixo pode servir de gatilho para desencadear a síndrome
da morte súbita. Essa posição facilita a
asfixia das vias aéreas e à inalação de gás carbônico exalado na posição de rosto
para baixo.
Outros fatores que favorecem a morte súbita infantil são alguns processos infecciosos, agasalhos muitos quentes, quarto muito aquecido. Supõe que o estresse causado pela alta temperatura possa causar diminuição da frequência cardíaca e inibição letal do centro respiratório.
São propensos a ter morte súbita os bebês que são expostos ao uso de fumo, drogas como álcool durante a gravidez e exposição a fumaças de cigarros depois do nascimento. A síndrome pode se repetir caso o casal já tenha perdido um filho com a síndrome.
Como prevenir? Não usar colchões e travesseiros muito macios, não compartilhar leito com a criança, evitar bebidas alcoólicas e cigarros durante a gravidez entre outros.
A síndrome da morte súbita infantil, que acomete bebês saudáveis, é um evento muito traumático para as famílias.
Cidinha Pascoaloto – Psicóloga - CRP 06/158174. Presencial e online, contato: 9 9725-6418.

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