A busca por tratamento psiquiátrico é um
passo fundamental na vida de uma pessoa tem algum transtorno mental. Muitas
pessoas que enfrentam desafios psicológicos encontram alívio através de
medicamentos psiquiátricos e terapia. É comum o paciente interromper de forma
repentina o tratamento sem o devido acompanhamento médico. Existem vários
perigos associados à interrupção de medicamentos psiquiátricos e ao tratamento
psicológico. Quando os tratamentos são interrompidos os sintomas podem reaparecer
de forma mais intensa que antes.
Os medicamentos psiquiátricos são frequentemente prescritos para controlar condições como depressão, ansiedade, transtorno bipolar e esquizofrenia.
Alguns medicamentos psiquiátricos têm efeitos colaterais que podem ser perigosos se a interrupção não for devidamente monitorada por um profissional de saúde. A interrupção de medicamentos antipsicóticos pode levar a sintomas de abstinência e agravar mais o quadro. É importante lembrar que a saúde mental está ligada à saúde física, e a interrupção do tratamento pode ter efeitos negativos em ambos os aspectos. E pode dificultar a retomada do tratamento e a busca por ajuda novamente.
Os distúrbios psiquiátricos podem afetar significativamente as relações interpessoais, e o tratamento pode auxiliar na melhoria desses relacionamentos. A interrupção do tratamento pode resultar em mudanças de comportamento, humor e estabilidade emocional. Um dos perigos mais graves associados à interrupção do tratamento é o risco de suicídio e autolesão.
Muitos distúrbios psiquiátricos estão associados a pensamentos suicidas, a interrupção do tratamento pode aumentar a intensidade desses pensamentos. Parar de tomar medicamentos sem orientação médica é uma decisão perigosa que pode ter consequências graves para a saúde mental, física e emocional.
Os perigos incluem o retorno dos
sintomas, riscos para a saúde física, prejuízos nas relações interpessoais,
ciclos de recaída e um aumento do risco de suicídio e autolesão. É fundamental
que as pessoas que estão em tratamento psiquiátrico sigam as orientações
médicas e busquem apoio contínuo de acompanhamento com um psicólogo. A busca
pelo tratamento adequado, a aderência ao tratamento é fundamental para uma vida
mais saudável e feliz.
Cidinha Pascoaloto –
Psicóloga - CRP 06/158174. Presencial e online, contato: (18) 9 9725-6418.

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