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sexta-feira, 23 de junho de 2023

PAIS SUPERPROTETORES E AS CONSEQUÊNCIAS PARA A SAÚDE MENTAL DOS FILHOS

Proteger os filhos faz parte da natureza e do instinto dos pais. Os pais superprotetores protegem para facilitar a vida dos filhos, mas não percebem que este comportamento pode trazer consequências negativas. Eles podem crescer pessoas autoritárias e mimadas.

Os pais não percebem que não estão deixando o filho crescer. O cérebro de uma criança superprotegida se desenvolve com lentidão e pode até criar um bloqueio para a aprendizagem e para o desenvolvimento.

Uma criança que cresce em um ambiente de superproteção não consegue desenvolver autonomia e autoconfiança e como consequências não consegue se relacionar socialmente e pode se tornar insuportável com amigos e professores.Suas escolhas também ficam comprometidas, e sua autoestima não se desenvolve de forma saudável.

Os filhos de pais superprotetores geralmente pedem para os pais as soluções sem tentarem desenvolver suas capacidades e competências. Os pais que antecipam as tarefas tiram da criança a autonomia e liberdade para realizar as atividades físicas e escolares. Os pais com superproteção atrapalham o desenvolvimento dos filhos os deixando incapazes de avançar na vida com assertividade e eles não conseguem superar dificuldades sem o apoio dos pais ou de outras pessoas. 

Tornam-se imaturas e podem desenvolver depressão, ansiedade, estresses e infelicidades e ter poucos amigos. A tarefa dos pais é de preparar os filhos para serem adultos maduros e bem resolvidos. 

As consequências da superproteção poderão ser graves porque a criança não é frustrada e na idade adulta ela pode até mesmo tentar suicídio ou homicídio quando perder um emprego ou o fim de um relacionamento.

As características da superproteção estão relacionadas quando os pais querem escolher o próprio caminho dos filhos desrespeitando a autonomia deles. Os filhos têm que chorar e se frustrar. As frustrações ajudam a criança desenvolver seu caráter a se tornar um adulto forte e maduro para o futuro.

A superproteção não educa e fragiliza.

Cidinha Pascoaloto – Psicóloga - CRP 06/158174. Presencial e online, contato: (18) 9 9725-6418.



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