O homenageado Joaquim Martins foi um empresário bem sucedido que fez sua vida prosperar em Dracena junto com a esposa Benedita Fernandes Martins e a família.
Nascido no dia 11 de julho de 1931, Joaquim Martins foi o terceiro filho do casal Antonio Martins e Maria de Jesus Sampaio Martins, em Vila Salles, distrito de Novo Horizonte.
Em 1958 veio para Dracena tentar a vida com sua esposa para trabalhar na fazenda Turmalina, próxima ao distrito de Jaciporã, em uma serraria.
As filhas Elisabeth, Elisete e Heliete foram as três primeiras a nascer naquele período em que o casal lutava bastante para alavancar os negócios.
Em seguida nasceram os filhos Edneia, Rosângela e Heliandro.
No final da década de 1950 e durante toda a década de 1960 houve fatos importantes no trabalho do conhecido Zito.
Joaquim Martins trabalhou na Coimma, empresa liderada pelo saudoso José Dancieri, e depois se arriscou a montar um a fábrica de tacos e assoalho de madeira. Alugou um pequeno espaço na serraria dos tios João Sampaio e Edgar Sampaio.
Fabricava os tacos ao anoitecer e assentava os mesmos no dia seguinte, seu meio de transporte era uma bicicleta.
Surgiu o negócio com a fabricação de carrinhos de tração animal. Naquele período já tinha um barracão que comprou da serraria dos tios.
Nova etapa: produção de carrocerias, foi quando surgiu a Inconal – Indústria e Comércio Nossa Senhora Aparecida, empresa que até hoje é lembrada pelos dracenenses.
Em determinado momento as carrocerias fabricadas em Dracena eram transportadas para São Paulo e depois de finalizadas acabam sendo enviadas para todo o Nordeste. A Inconal chegou a contar com 120 funcionários.
Em 1973, Joaquim expandia seus negócios e passou a atuar na pecuária, adquirindo sua primeira propriedade no Mato Grosso do Sul, terra em que ele mesmo abriu e transformou em fazenda de gado (agropecuária).
Vale lembrar que para que tudo isso se tornasse realidade ele contou com a colaboração de três irmãos: Valdemar Martins (já falecido); Alberto Martins (morador em Tupã) e Benedito Martins (proprietário do Desfran); dos genros Carlos R. Parra e José de Alencar Meneghini e do filho Heliandro que até hoje conserva o prédio da Inconal no mesmo lugar, local em que muitos pais de família, com o fruto do seu trabalho, tiveram a oportunidade de colocar o pão de cada dia na mesa para seus filhos, ponto que para muitos deixou saudades!
Na política, Zito foi vereador entre 1969 e 1973 e vice-prefeito de 1973 a 1977, na gestão do prefeito Oswaldo Paulino dos Santos.
Em um sábado nublado e chuvoso, no dia 24 de junho de 2004, sua vida foi
ceifada em um acidente, a caminho de uma das suas propriedades no Mato Grosso
do Sul.
Joaquim deixou esposa, 6 filhos, 5 genros, 1 nora e 10 netos. No dia 23 de dezembro de 2019, a esposa Benedita faleceu. A família Martins hoje é constituída de 12 netos e 13 bisnetos.
Sua família era seu bem mais precioso!
Homem honesto, honrado, amado, se preocupava sempre com o próximo e teve como
lema: ‘Faça o bem não importa a quem’.

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