Desde que o país voltou a realizar eleições diretas, em 1989, quando houve segundo turno, menos eleitores compareceram às urnas em relação ao primeiro turno. Em 2018, 20,3% dos 147 milhões de eleitores deixaram de ir às urnas no primeiro turno. No segundo, 21,9% não compareceram – um crescimento de 4,77%.
De acordo com o cientista político da FGV Cláudio Couto, o aumento da abstenção entre os turnos é justificado pela insatisfação com os candidatos disponíveis.
Os índices de abstenção também cresceram ao longo dos anos. Em 1989, quando o país registrou o menor número de abstenções, 11,9% dos eleitores não compareceram no primeiro turno e 14,3% no segundo.
Cláudio Couto, no entanto, pontua que, diante da mobilização dos eleitores no atual pleito, é difícil “cravar” que a abstenção, de fato, irá aumentar, já que a polarização na área política está muita grande.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Mande seu comentário no e-mail claudiojosejornalista@yahoo.com.br
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.