Mais seis presídios das regiões Oeste e Noroeste Paulista tiveram ocorrências de apreensão de produtos ilícitos que seriam levados para detentos.
Todos os visitantes relacionados foram suspensos e não podem comparecer mais nas unidades. Os presos foram levados para pavilhões disciplinares.
Destaque na Nova Alta Paulista para a
penitenciária de Irapuru. A visitante de um preso levava no próprio corpo um
celular e uma placa sem bateria e chip.
Também na região, só que em Pracinha, a
mulher de um sentenciado portava na peça íntima cinco folhas de caderno com contabilidade
e anotações referentes a uma facção criminosa.
Ainda em Pracinha, a equipe interceptou uma
correspondência com dois micro celulares, componentes eletrônicos e fios de
estanho para solda ocultos numa escova de limpeza de roupas.
Outras ocorrências em dois presídios de
Mirandópolis. Numa correspondência havia 139 comprimidos de estimulante sexual.
Os comprimidos estavam camuflados em pedaços de linguiça calabresa. A encomenda
foi enviada pela irmã de um detento.
Em outra correspondência foram encontrados 48
comprimidos em tampas plásticas de recipientes de lavar roupas. Neste caso, a
remetente era a filha de um preso.
Também em Mirandópolis, a companheira de um
preso levava alimentos, que escondiam 149 comprimidos de estimulante sexual.
Também anotações e extratos bancários.
O detector de metais na penitenciária de
Presidente Venceslau acusou que a mãe de um detento levava uma moeda de 25
centavos num top. É proibido entrar com dinheiro e moedas nos presídios.
Por fim, no presídio de Lavínia, uma mulher de preso escondia um micro celular, uma placa e um chip de operadora no próprio corpo.
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