A Rodovia Plácido Rocha, que é uma importante ligação entre a Nova Alta Paulista e a Região Noroeste, segue passando por obras de recapeamento asfáltico.
Os serviços ainda seguem em ritmo considerado lento e devem atender os 26,4 quilômetros entre o trecho da Rodovia Ribeiro de Barros, e Adamantina, passando pelo Bairro Lagoa Seca até chegar na ponte do Rio Aguapeí, na divisa com Valparaíso.
Um fator de dificuldade que tem travado a evolução mais rápida da obra é a falta de Cimento Asfáltico de Petróleo (CAP), produzido e distribuído pela Petrobras.
O produto é a base
para a produção do revestimento asfáltico conhecido como CBUQ (o asfalto
quente). O problema se repete em diferentes regiões do país.
Para a realização das
intervenções de melhorias na via a circulação de veículos se dá no sistema
pare/siga, com paradas pontuais de curta duração em um dos sentidos da pista.
Nos trechos de obras
há sinalização de advertência e velocidade máxima para circulação de veículos
reduzida. Essa dinâmica de segurança deve se manter durante toda sua execução.
As obras são
realizadas pelo Governo do Estado, através do DER e programa Pró São Paulo. A
empresa vencedora da licitação é a TLC Tecnologia e Construções de São José do
Rio Preto.
O valor da obra passa
de R$ 18,7 milhões, com início em novembro passado e a realização ao longo de
seis meses, até maio, portanto.
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