Mas o que é ser uma mãe super protetora?
São aquelas mães “grudadas” em seus filhos que não “confiam” na
capacidade deles e se antecipam muitas vezes para resolver qualquer dificuldade
que venham a ter. Mesmo sem precisarfazem as atividades dos filhos. Não os
deixam viajar com amigos ou parentes por não confiarem no filho e nem nas
pessoas que o cercam.Os pais superprotetores acreditam que devem fazer tudo por
seus filhos, pois pensam que as crianças são incapazes.
Tratados dessa forma os filhos superprotegidos não vivenciam
experiências importantes para o seu desenvolvimento. Não desenvolvem autoestima
e confiança em si mesmas.
Ainda que não falem, os pais ensinam aos filhos por meio do próprio
comportamento. Como resultado, as crianças não desenvolvem habilidades e não
acreditam também na sua capacidade.Permita que a criança realize algumas
tarefas por conta própria. Os pais só terão certeza da capacidade do filho quando
incentivar os pequenos fazerem tarefas e escolhas, como guardar os brinquedos,
escolher vegetais na fruteira, regar plantas ou levar o lixo para fora tudo de
acordo com a dinâmica da família.
Se os pais não deixam a criança concluir uma tarefa sozinha impedem que
o filho treine suas habilidades e adquire autonomia. Por exemplo, oferecer
alimentos, dar banho, vesti-lo ou levá-lo ao banheiro antes do pequeno indicar
essa necessidade. Além de não favorecer o desenvolvimento da criança, ela não
consegue amadurecer por causa da vigilância dos pais.
Quando os pais afirmam que o filho não pode ajudar em casa a criança tem
a sua autoestima prejudicada. Os adultos que impedem uma criança de brincar,
arriscar e escolher, criam um filho dependente emocional.
Os pais devem encontrar funções
que ajudem a criança a se desafiar. Basta que os pais ajustem as tarefas ou
brincadeiras de acordo com a idade e capacidade do filho.
Mesmo que pareça absurdo, os pais não devem proteger as crianças das
responsabilidades que elas possuem.
Crianças superprotegidas se tornam adultos dependentes, incapazes de entender um “Não” e que acreditam que todos ao redor devem servi-lo.
Cidinha Pascoaloto – Psicóloga
CRP 06/158174
Terapia Cognitivo Comportamental
(TCC) com foco no Luto, Depressão e Ansiedade
Atendimento presencial e online
Contato: (18) 9 9725-6418


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