Corresponde à prática de atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, cometidos por um ou mais agressores contra uma determinada vítima.
O Bullying pode ocorrer em qualquer ambiente onde
existe o contato interpessoal, nos clubes, nas igrejas, escolas ou na família.
Os
mais comuns acontecem nas escolas. Conflitos entre crianças e adolescentes acontecem
com mais frequência pois trata-se de uma fase de insegurança e autoafirmação.
Porém, quando os desentendimentos são frequentes e partem para humilhações,
esses atos são considerados bullying.
Nas escolas, as agressões geralmente são praticadas
longe das autoridades. Ocorrem normalmente na entrada ou saída do prédio, ou
ainda quando os professores não estão por perto.
Podem também acontecer de forma silenciosa, na sala
de aula, na presença do professor, com gestos, bilhetes etc. As agressões
físicas são mais difíceis de serem escondidas e muitas vezes levam a família a
transferir a vítima para outra escola.
O agressor em geral, tem uma mente perversa e às
vezes doentia. Ele é consciente de seus atos e tem certeza de que suas vítimas
não gostam de suas atitudes, mas agride como forma de se destacar entre seu
grupo. Os agressores pensam que serão mais populares e sentem o poder com esses
atos.
Sempre buscam vítimas que normalmente tem um
diferencial da maioria. Ex: novatos, tímidos, alguma diferença física, uso de
óculos e melhores notas. Geralmente, as
vítimas do bullying têm vergonha e medo de falar para a família sobre as
agressões que estão sofrendo.
As vítimas de agressão física ou verbal ficam marcadas
para toda a vida. Em alguns casos, a ajuda psicológica é fundamental para
amenizar a difícil convivência com memórias tão dolorosas.
Cabem aos pais e familiares notarem os sintomas das
crianças e/ou adolescentes, se perceber alguma diferença no comportamento, é
importante contactar os responsáveis da escola e ainda ter uma conversa franca
com a pessoa que foi agredida.
Ações como esta, podem evitar constrangimentos
futuros, ou mesmo tragédias, como o suicídio da vítima.
Cidinha Pascoaloto – Psicóloga -
CRP 06/158174
Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) com foco no
Luto e na Dor Atendimento on-line, contato: (18) 9 9725-6418

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