O ex-governador de São Paulo, Paulo Egydio Martins
(PSDB) morreu nesta sexta-feira aos 92 anos. A informação foi confirmada pelo
atual governador de São Paulo, João Doria (PSDB), durante entrevista coletiva
sobre a pandemia de covid-19 realizada no Palácio dos Bandeirantes, na Capital.
Governador de São Paulo de 1975 a 1979, durante a ditadura militar, Martins foi aliado do então presidente Ernesto Geisel e opositor da chamada linha dura do governo quando enfrentou sua maior crise política: o assassinato do jornalista Vladimir Herzog nas dependências do DOI-Codi, no dia 25 de outubro de 1975.
Foi durante a gestão de Martins que algumas das obras mais importantes do estado de São Paulo foram inauguradas, como a Rodovia dos Bandeirantes, que liga a capital a diversas cidades do interior, e a pista ascendente da Rodovia dos Imigrantes, que liga a capital ao litoral sul.
A Unesp (Universidade Estadual Paulista), uma das quatro universidades públicas mantidas pelo estado de São Paulo — ao lado de USP, Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e Univesp (Universidade Virtual do Estado de São Paulo) — também é fruto do governo Martins.
O governador Paulo Egydio Martins esteve em Dracena em setembro de 1977, quando Paulo Tahara era o prefeito. Na ocasião acompanhou um
desfile cívico.

Chegada do governador Paulo Egydio na avenida 
Adhemar de Barros Filho, Paulo Tahara, governador Paulo Egydio, Celso Cardoso, Henrique Motta e Jorge Maluly Neto 
Faixa com saudação ao governador
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