Segundo a Anvisa, o objetivo da nova norma é evitar
o uso indiscriminado do medicamento. A agência já havia adotado o mesmo
controle em relação ao antimalárico hidroxicloroquina e cloroquina, em março,
bem como ao antiparasitário nitazoxanida (Annita), em abril.
Vale destacar que, até o momento, não há qualquer
comprovação científica, com base em estudos randomizados e controlados, de
eficácia destes fármacos no combate à Covid-19. Mesmo assim, em meio a um
cenário de incertezas diante de uma pandemia causada por um vírus ainda não
totalmente conhecido, muitas pessoas - e profissionais de saúde - têm apostado
nestes e outros medicamentos como possíveis soluções de enfrentamento à doença.

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