REAL MÓVEIS ELETRO DRACENA

sábado, 18 de julho de 2020

ABERTURA EM MEIO A AUMENTO DE CASOS CONFUNDE CÉREBRO SOBRE RISCOS DE SAIR DE CASA

Por mais extraordinário que o cérebro humano seja, ele tem limitações quando analisamos riscos. Isso acontece porque, embora haja diferentes sistemas neurais para tentar entender que tipo de ação vale ou não a pena tomar, ainda tropeçamos em obstáculos impostos pela nossa própria natureza ao decidir, por exemplo, durante o curso da pandemia, se podemos sair de casa e, caso isso aconteça, como vamos nos comportar.
Se somarmos isso ao fato de que as informações que o indivíduo recebe podem ser conflitantes -ao mesmo tempo em que há alta de casos e mortes, a economia começa a ser reaberta, pessoas se aglutinam em bares, e festas começam a ser organizadas-, traçar o melhor caminho a seguir pode se tornar um fardo.
"Criou-se um discurso dicotômico entre o que é necessário ser feito e o que nos propomos a fazer. O brasileiro se sente perdido", afirma o infectologista Alexandre Barbosa, da Sociedade Brasileira de Infectologia e professor da Unesp em Botucatu.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Mande seu comentário no e-mail claudiojosejornalista@yahoo.com.br

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.