Se somarmos isso ao fato de que as informações que o
indivíduo recebe podem ser conflitantes -ao mesmo tempo em que há alta de casos
e mortes, a economia começa a ser reaberta, pessoas se aglutinam em bares, e
festas começam a ser organizadas-, traçar o melhor caminho a seguir pode se
tornar um fardo.
"Criou-se um discurso dicotômico entre o que é
necessário ser feito e o que nos propomos a fazer. O brasileiro se sente
perdido", afirma o infectologista Alexandre Barbosa, da Sociedade
Brasileira de Infectologia e professor da Unesp em Botucatu.
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