O projeto ocorre em parceria entre a empresa
Diklatex, o Centro de Tecnologia da Indústria Química e Têxtil (Senai/Cetiqt) e
Bio-Manguinhos, cujos laboratórios têm sido usados para a realização dos
testes. O coordenador da plataforma de Fibras do Instituto SENAI de Inovação em
Biossintéticos e Fibras, Adriano Passos, explicou que, além da eficácia das
substâncias usadas, outras questões importantes estão sob avaliação, como a
toxicidade no contato com a pele e a durabilidade após lavagens.
"Não adianta matar o vírus e fazer mal ao ser
humano. Então, estamos tendo todo esse cuidado", afirma Passos. Os
primeiros testes já comprovaram a eficácia contra os vírus causadores da
caxumba e do sarampo em ensaios in vitro.
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