A
previsão é que sejam produzidas, em todo o estado, 33 mil peças por dia as
fábricas adaptadas especialmente para isso. Cerca de 250 reeducandos de várias
regiões, de penitenciárias masculinas e femininas, vão confeccionar as máscaras
de proteção descartáveis para uso em procedimentos simples (não-cirúrgicos). Em
Andradina, serão 33 sentenciados dedicados a este trabalho e no presídio
feminino de Tupi Paulista, 40 reeducandas.
HIGIENE
– As fábricas tiveram seu parque fabril adaptado para a confecção das máscaras.
As oficinas foram higienizadas nos padrões hospitalares para garantir a
preparação das peças feitas em TNT duplo.
Adriana
Alkmin Pereira Domingues, diretora do presídio feminino tupiense, diz que todos
os equipamentos de proteção individual utilizados pelas reeducandas serão
descartados sempre que se retirarem da fábrica.
A
Fundação Prof. Dr. Manoel Pedro Pimentel (Funap), vinculada à Secretaria da Administração
Penitenciária, tinha começado a produção de máscaras nos presídios de Tremembé.
Ainda haverá a atividade em Itaí e Araraquara.
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| Imagens das oficinas da Funap |


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