CORONAVÍRUS E ELEIÇÃO
Com o avanço do coronavírus no Brasil, o deputado federal
Ricardo Teobaldo defende o adiamento das eleições municipais deste ano. Segundo
o parlamentar, o Brasil não pode colocar na pauta o debate eleitoral enquanto
não tiver tranquilidade em relação à doença. O deputado levará à bancada
do Podemos, em Brasília, o pedido para que a legenda faça essa defesa, propondo
uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) unificando as eleições deste ano
com o pleito de 2022.
FUNDO PARTIDÁRIO
Há quem defenda que o dinheiro do Fundo Partidário seja
destinado para o socorro aos brasileiros. Seriam utilizados recursos a mais
neste momento de crise. Algo em torno de mais de R$ 2 bilhões.
PLEITO JÁ ADIADO
A presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministra
Rosa Weber, atendeu a uma solicitação do presidente do Tribunal Regional do
Mato Grosso e adiou a realização das eleições suplementares para o Senado
Federal que aconteceriam no estado em 26 de abril. O despacho não marcou uma
nova data para o pleito, que será deliberada oportunamente. Tudo por causa do
novo coronavírus.
TUDO MEIO PARADO
Em Dracena e em outras cidades praticamente parou o
assunto filiação partidária. O prazo vence no começo de abril, faltando seis
meses para o pleito. Está sem clima para discutir a sucessão municipal por
causa do coronavírus.
DE CABO A RABO
Se a eleição municipal mudar para 2022, o brasileiro terá
que escolher de vereador a presidente da República, passando por deputados
federais e estaduais, senadores, governadores e prefeitos. Sete cargos
diferentes de uma vez só.
CLÁUDIO JOSÉ

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