A obra analisa 28 documentários da
série "Cineastas indígenas" realizados entre 1999 e 2011 pelo projeto
Vídeo nas Aldeias, precursor no Brasil na formação de cineastas indígenas, e
propõe a categoria de documentário autoetnográfico para o corpus analisado, à medida que, ao se conceder uma câmera aos
indígenas, lhes é permitido dizer o que quiserem, quando, onde e como filmar, a
partir de uma perspectiva interna, na qual eles apresentam suas aldeias, seu
cotidiano, sua história, suas festas e rituais, assim como os problemas sociais
que enfrentam.

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