O presidente do
TRE lembrou que as auditorias realizadas no dia da votação são alguns dos
mecanismos que comprovam a fidedignidade e a transparência do processo
eletrônico.
“As afirmações
negativas são suposições genéricas. Temos demonstrado, através de auditorias,
que a urna eletrônica, quando muito, pode apresentar defeitos físicos. Nesse
caso, ela é trocada, e a votação transcorre normalmente. Pedimos ao eleitor que
contribua para que a recepção dos votos seja feita sem tumulto. Se houver
alguma interferência, basta ao cidadão reclamar ao mesário, que anotará na ata,
e essa reclamação será apurada”, afirmou o desembargador Cauduro Padin.
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