Nada
é eterno
No
fim do ano passado, Toninho Pernomian e a esposa Belinha decidiram se aposentar
e decretaram o fim do restaurante Cuca Fresca. Uma atitude muita justa e
coerente, pois ambos se dedicaram ao ramo por cinco décadas. Esse articulista participou
do nascimento da lendária casa, tendo revisado, inclusive, seu primeiro
cardápio.
Desde
o século passado
Conheci
o Toninho nos anos 1970, quando ele capitaneava o Bar Brasília, na esquina da
Presidente Vargas com a Brasil. Tratava-se de um salão bastante amplo que
abrigava a pastelaria do “seu” João, num dos cantos. O estabelecimento foi
palco de várias festas de times campeões do torneio de férias de futsal. Numa
delas, estavam Mortagua e Bombeiro que levaram o XTC ao título.
Sempre
em frente
Dali,
Toninho e dona Belinha partiram para o Gato que Ri, na mesma Presidente Vargas,
outro sucesso de bons serviços e frequência. Sempre inovando, o arrojado casal
foi para a praça Arthur Pagnozzi e o resto da história todos conhecem. As mesas
do Cuca receberam frequentadores locais, assim como políticos, artistas e
atletas de relevância nacional.
Visita
histórica
Em
outubro de 1986, se a memória não falha (o que seria muito natural), acompanhei
o deputado Ulysses Guimarães ao restaurante. Trabalhava no Jornal Regional e o inesquecível fotógrafo Massaru Quinoshita nos
flagrou, chegando ao Cuca. Naquela noite, após cumprir um cansativo roteiro de
visitas. Dr. Ulysses ainda teve apetite para devorar uma robusta bisteca.
Valdir
Andrêo
valdir.andreo@gmail.com


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