Um montante de R$ 8,5
milhões. Esse é o valor gasto, até o momento, pelo DRS-11 (Departamento
Regional da Saúde) de Presidente Prudente, com processos judiciais destinados à
compra de remédios e itens para atender as demandas. O TJ-SP (Tribunal de
Justiça do Estado de São Paulo) aponta que no foro regional, em 2017, foram
instauradas 766 ações, 66 a mais que no ano passado, colocando o fornecimento
de medicamentos como carro-chefe das solicitações. Segundo a Secretaria de
Estado da Saúde, “a judicialização da saúde é um fenômeno brasileiro, que
distorce o conceito do SUS [Sistema Único de Saúde], uma vez que privilegia o
individual em detrimento do coletivo”.
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