Pacientes que sofrem ataques cardíacos podem apresentar
diversos sintomas. Por isso, é preciso ficar atento para conseguir
identificá-los, alerta o cardiologista da Sociedade de Cardiologia do Estado
de São Paulo, Ricardo Pavanello. “Geralmente,
o sintoma mais comum, no caso de
infarto, é a dor no peito, que habitualmente é intensa e pode
durar mais de 30 minutos. A dor também pode ocorrer ou se irradiar
para o braço esquerdo, mandíbula e na região do estômago. As dores podem
vir acompanhadas de suor frio, falta de ar e sensação de desmaio”.
Conforme dados do SUS (DATASUS), o infarto agudo do
miocárdio é a primeira causa de mortes no País. A SOCESP aponta
que, em média, uma morte ocorre a cada minuto e meio. Além
disso, são cerca de 350 mil óbitos por infarto todos os anos, e metade das
vítimas falece em até uma hora a partir da manifestação dos primeiros sintomas.
O cardiologista explica que o socorro aumenta muito
a possibilidade de sobreviver a um infarto. “As chances de
sobrevivência são quatro vezes maiores quando o infartado está perto de alguém
que seja capaz de reconhecer os sintomas, de pedir socorro ao serviço adequado
(SAMU ou Corpo de Bombeiros) e, principalmente, de iniciar as compressões
torácicas (Ressuscitação
Cardiopulmonar – RCP) popularmente conhecida como massagem cardíaca, caso o
paciente venha a apresentar uma parada cardio-respiratória”.
A
mortalidade do infarto no Brasil, varia de 8 a 30%, conforme a assistência
prestada ao paciente, ressalta o cardiologista da SOCESP.
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