Nesta quinta-feira, uma gestante deu à luz em pleno Pronto Atendimento Municipal de Dracena, já que não havia plantonistas na Santa Casa. É mais um capítulo da crise de falta de profissionais de plantão.
Enquanto isso, o Ministério
Público entrou com ação com os seguintes pedidos:
Seja determinada
ao Diretor Clínico e Chefes de Clínicas e Serviços do
Corpo Clínico da Irmandade Santa Casa de Misericórdia e
Maternidade de Dracena, através dos requeridos, a obrigação de
fazer consistente na elaboração de escalas de plantões das
especialidades que compõem o Corpo Clínico, para a manutenção de
número mínimo de plantonistas, 24 horas por dia, nas diversas
especialidades necessárias e essenciais aos atendimentos de emergência e
urgência, sob pena de multa de R$ 12.000,00, por período de
plantão (matutino, vespertino e noturno), em que houver a ausência de
médico especialista responsável; ou, na impossibilidade.
Seja determinado
ao Corpo Clínico da Irmandade Santa Casa de
Misericórdia e Maternidade de Dracena, através de seu diretor clínico
e dos Chefes de Clínicas e Serviços, a obrigação de fazer
consistente na contratação, no prazo máximo de 30 dias, de médicos
ginecologistas, pediatras e anestesistas em número suficiente para
suprir as necessidades de atendimento à população dos municípios
de Dracena e região, especialmente no plantão à distância e pelo
convênio SUS, sob pena de multa diária de cem salários
mínimos.

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