Na tarde deste domingo (6), agentes penitenciários do Centro de
Progressão Penitenciária (CPP) 3, antigo Instituto Penal Agrícola (IPA) de
Bauru, conseguiram interceptar a entrada de um aparelho celular na unidade. O
fato seria mais um dos muitos casos registrados por unidades prisionais da
região se o autor do “delito” não fosse uma pomba.
De acordo com boletim de ocorrência registrado no plantão policial, por
volta das 14h10, uma pomba pousou na cozinha do CPP 3, localizado no quilômetro
349 da rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294). Um agente
penitenciário que estava no local visualizou uma espécie de “bolsa” de pano
preta amarrada com elásticos brancos no corpo da ave. No interior da bolsa,
havia um aparelho celular usado, com bateria e sem chip. O telefone foi
apresentado no plantão policial e apreendido. A pessoa de fora que promove, por meio do uso de pombos, a entrada de
celulares em presídios infringe o artigo 349-A do Código Penal e, se
identificada, pode ser condenada a pena que varia de três meses a um ano de
prisão. Além da apuração criminal, de acordo com a Lei de Execução
Penal, o preso que for flagrado com aparelho celular ou droga dentro de unidade
prisional comete falta disciplinar grave e fica sujeito a uma série de sanções
administrativas. Informação do Jornal da Cidade de Bauru.
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