A partir desta quinta-feira, os
bancários iniciam paralisação nacional, com prazo indeterminado. A greve já
havia sido aprovada no dia 12, e, como não foram apresentadas novas propostas
dos bancos às reivindicações dos trabalhadores, a paralisação foi confirmada.
A adesão deve crescer gradualmente, segundo a
categoria.
Os bancários reivindicam, principalmente,
reajuste salarial de 11,93% - sendo 5% de aumento real, maior participação
sobre lucros e resultados e "fim das metas abusivas"- exigências de
mínimo de venda de produtos do banco por seus funcionários.
Ainda, pedem um piso salarial de R$ 2.860,21, valor calculado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) como sendo o mínimo para que o trabalhador possa pagar suas despesas básicas e de sua família. Por sua vez, a proposta dos bancos é 6,1% de reajuste salarial, mantendo a mesma fórmula de participação nos lucros.
Em Dracena, os bancários devem tomar a
decisão sobre a greve agora de manhã.
Ainda, pedem um piso salarial de R$ 2.860,21, valor calculado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) como sendo o mínimo para que o trabalhador possa pagar suas despesas básicas e de sua família. Por sua vez, a proposta dos bancos é 6,1% de reajuste salarial, mantendo a mesma fórmula de participação nos lucros.
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