Os carrapatos são pequenos aracnídeos e
assim como as pulgas alimentam-se do sangue de animais quentes, sendo muitas
vezes levados para dentro das residências pelos animais domésticos.
Geralmente, na base de hastes de capim as
fêmeas depositam milhares de ovos vermelhos e pretos, que vão eclodir em três a
oito semanas. Na maior parte das espécies, as larvas nascem, sobem pela haste e
se agrupam numa bola que pode reunir cinco mil larvas, chamadas micuins. Quando
uma bola dessas se desfaz em contato com o corpo de qualquer animal, a vítima
sofre centenas de picadas. Dependendo das condições, o ciclo de vida dos
carrapatos pode variar bastante.
O carrapato marrom é o mais comumente
encontrado em locais domiciliares. Existe um tipo de carrapato não
identificado, que transmite uma bactéria que causa a moléstia de Byme, que
ataca a pele, articulações e o sistema nervoso do homem e em casos mais graves
pode ser fatal. O carrapato é infectado ao entrar em contato com animais silvestres.
Depois, ao sugar o sangue de qualquer pessoa ele transmite a doença. Sabe-se
que o carrapato tem que ficar no mínimo 24 horas grudado na pessoa para que
ocorra a contaminação.
Ações preventivas – Para a ocorrência de
pulgas, piolhos e carrapatos devem ser desenvolvidos programas intensivos de
higiene ambiental para animais domésticos que por fim devem ser avaliadas por
clínicas credenciadas, evitando-se doenças transmissíveis entre o animal e o
homem. Por fim, vale lembrar que o ambiente quando infectado deve ser tratado
com barreiras químicas por empresas especializadas devidamente credenciadas
pela Anvisa, pois os procedimentos exigem monitoramentos de aplicações com
respeito aos quatro estágios de vida útil das pragas em questão. Reprodução de texto da Clinvet e AFBB
Dedetização.
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