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domingo, 16 de junho de 2013

USINAS RENOVAM PROTOCOLO SOCIOAMBIENTAL

Até o fim do mês passado, 14 usinas sucroalcooleiras da região de Presidente Prudente haviam renovado o compromisso com o Protocolo Socioambiental, que faz parte do Programa Etanol Verde. O número indica queda em relação a 2012, quando 18 agroindústrias regionais ostentavam o certificado. No entanto, as empresas que perderam o selo já abandonaram a moagem da cana. É o caso das usinas Floralco Açúcar e Álcool, de Flórida Paulista, Decasa, de Caiuá, Usina Alvorada do Oeste, de Santo Anastácio, e a unidade de Narandiba da Umoe Bioenergy. A mecanização da colheita da cana é uma das bandeiras do Protocolo Socioambiental, criado em 2007 pelo governo estadual. Atualmente, segundo dados da União das Indústrias de Cana-de-Açúcar (Única), 72% das usinas paulistas não fazem mais a queima da palha da cana. No caso das empresas ligadas à Única, o índice sobe para 85% no Estado. “A obrigação legal é de mecanizar totalmente a colheita até 2021, mas as usinas que aderiram ao plano se comprometeram a atender à exigência antes de 2014”, afirma o  consultor técnico da única, Alfred Schwartz. Contudo, manter-se na lista do programa Etanol Verde implica uma série de investimentos aos usineiros. De acordo com Schwartz, uma única colheitadeira, com seus equipamentos auxiliares, pode chegar a R$ 1,5 milhão. Além disso, outras ações fomentadas pelo programa, como a redução do consumo de água na produção sucroalcooleira, necessitam de gastos elevados com infraestrutura. Informações do Jornal O Imparcial.

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