Os fiéis comemoram hoje (dia 13) o Dia de Santo Antônio, conhecido como
o santo casamenteiro. Haverá missas no Santuário Nossa Senhora de Fátima (15
horas), Igreja Nossa Senhora Aparecida (19h30) e Igreja Santo Antônio, no
Bairro Emílio Zanata (20 horas). Hoje é dia da bênção dos pães e em alguns
lugares ocorre a distribuição de bolo para ajudar os solteiros que querem
encontrar sua alma gêmea. Há programação festiva, também, em Junqueirópolis e
Adamantina, as cidades aniversariantes do dia.
Santo Antônio de Pádua era português e nasceu em 1195, em Lisboa. De
família rica e nobre, ingressou muito jovem na Ordem dos Cônegos Regulares de
Santo Agostinho. Após os estudos, foi ordenado sacerdote.
Com apenas 26 anos, foi eleito provincial dos franciscanos do norte da
Itália. Antônio aceitou o cargo, mas não ficou nele por muito tempo. Ele
decidiu sair pela Itália praticando a caridade, catequizando o povo simples,
dando assistência espiritual aos enfermos e excluídos e até mesmo organizando
socialmente essas comunidades.
Morreu em 13 de junho de 1231, com apenas 36 anos de idade. Sua
popularidade era tão grande que seu sepulcro virou alvo de peregrinações. São
milhares os relatos de milagres e graças alcançadas rogando seu nome. Ele foi
canonizado no ano seguinte ao de sua morte pelo papa Gregório IX.
Dizem que Santo Antônio está muito próximo de Deus e a criança que está
no seu colo representa a sua proximidade.
POR QUE SANTO CASAMENTEIRO? Na Internet há várias versões. Confira três
delas: 1) Entre os bascos, Santo Antônio é considerado o santo que faz o
encontro das pessoas. 2) Outra versão diz que uma jovem depois de fazer a
novena e não encontrar um noivo, zangada, jogou a imagem do santo pela janela e
a mesma caiu na cabeça de um caixeiro-viajante. Este gritou e ela foi correndo ajudá-lo
e tratou do ferimento. Ele se apaixonou pela jovem e dos se casaram.
3) Conta-se que uma donzela não dispunha do dote para casar-se e,
confiante, recorreu a Santo Antônio. Das mãos da imagem do santo teria caído um
papel com um recado a uma pessoa que empresta dinheiro a juros, pedindo-lhe que
entregasse à moça as moedas de prata correspondentes ao peso do papel. O homem
colocou o papel num dos pratos da balança e as moedas no outro. Os pratos só se
equilibraram quando havia moedas suficientes para pagar o dote.
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