Faleceu Nara Gumiero Baroni (27 anos), que residia em Junqueirópolis e estava
doente. Era artesã do Ateliê Arte Feita a Mão e formada em Design de Interiores.
O corpo será sepultado em Junqueirópolis e está sendo velado no velório daquela cidade.
Nara mantinha o site
Em seu site, ela escreveu:
“Meu trabalho com o
artesanato foi surgindo aos poucos.
Desde pequena queria ser veterinária, sonho de toda criança quando é apaixonada pelo seu bichinho de estimação. Mas quando terminei o colegial, em 2002, a idéia mudou e decidi por Biomedicina. Prestei vestibular, mas não passei. Penso que não deu certo porque já tinha algo melhor preparado para mim.
Enquanto não aparecia outra opção, aprendia com a minha tia Sônia, que gosta muito de artesanato e vivia xeretando como fazia determinados trabalhos, algumas técnicas de pátina em madeira. Comecei como um passatempo, mas aí as coisas foram acontecendo, e na hora certa. Cheguei até a vender as caixinhas de madeira que surgiam conforme minha curiosidade aumentava.
Em 2003, o biscuit apareceu na minha vida, por um a caso, quando entrei em uma papelaria que realizava vários tipos de cursos de artesanatos. Comprei umas revistas e comecei a modelar sozinha ímas e chaveiros, que são as peças mais conhecidas quando se falam de biscuit. Resolvi fazer o curso nessa papelaria para aprender algumas técnicas e fiz 8 aulas. Aprendi a decorar potes, mas só aquilo ainda não estava bom pra mim. Então parei com as aulas e comecei a fazer sozinha as peças que faço hoje, só observando fotos/desenhos e vendo dicas de outros profissionais pela internet. Chegou o ano de entrar na faculdade. Em 2004 entrei no curso Superior de Tecnologia em Design de Interiores.
Fui conciliando o artesanato com a faculdade de dois anos. Nesse tempo, apareceram novas oportunidades e me surpreendia com o que eu era capaz de fazer. Surgiram quartos de bebês para decorar, lembrancinhas de aniversário, noivinhos de bolo personalizados, dei aulas para algumas pessoas e quando vi tinha duas profissões para o meu futuro. Em 2005 me formei, mas optei pelo artesanato que hoje é uma profissão e também minha distração. Adoro meus trabalhos e é muito bom saber que outras pessoas também os admiram.
Mas não parei por aí. No artesanato existem muitas técnicas diferentes, então resolvi aprender coisas novas e parti para a Pintura em Madeira e trabalhar com cabaças. Fiz aulas durante um ano, aprendi novidades e a cada dia que passa aprendo mais. A cada peça nova que desenvolvo descubro detalhes importantes.
Gosto de desafios, então sempre procuro estar inovando. Sei que ainda tem muito mais pra aprender”.
Desde pequena queria ser veterinária, sonho de toda criança quando é apaixonada pelo seu bichinho de estimação. Mas quando terminei o colegial, em 2002, a idéia mudou e decidi por Biomedicina. Prestei vestibular, mas não passei. Penso que não deu certo porque já tinha algo melhor preparado para mim.
Enquanto não aparecia outra opção, aprendia com a minha tia Sônia, que gosta muito de artesanato e vivia xeretando como fazia determinados trabalhos, algumas técnicas de pátina em madeira. Comecei como um passatempo, mas aí as coisas foram acontecendo, e na hora certa. Cheguei até a vender as caixinhas de madeira que surgiam conforme minha curiosidade aumentava.
Em 2003, o biscuit apareceu na minha vida, por um a caso, quando entrei em uma papelaria que realizava vários tipos de cursos de artesanatos. Comprei umas revistas e comecei a modelar sozinha ímas e chaveiros, que são as peças mais conhecidas quando se falam de biscuit. Resolvi fazer o curso nessa papelaria para aprender algumas técnicas e fiz 8 aulas. Aprendi a decorar potes, mas só aquilo ainda não estava bom pra mim. Então parei com as aulas e comecei a fazer sozinha as peças que faço hoje, só observando fotos/desenhos e vendo dicas de outros profissionais pela internet. Chegou o ano de entrar na faculdade. Em 2004 entrei no curso Superior de Tecnologia em Design de Interiores.
Fui conciliando o artesanato com a faculdade de dois anos. Nesse tempo, apareceram novas oportunidades e me surpreendia com o que eu era capaz de fazer. Surgiram quartos de bebês para decorar, lembrancinhas de aniversário, noivinhos de bolo personalizados, dei aulas para algumas pessoas e quando vi tinha duas profissões para o meu futuro. Em 2005 me formei, mas optei pelo artesanato que hoje é uma profissão e também minha distração. Adoro meus trabalhos e é muito bom saber que outras pessoas também os admiram.
Mas não parei por aí. No artesanato existem muitas técnicas diferentes, então resolvi aprender coisas novas e parti para a Pintura em Madeira e trabalhar com cabaças. Fiz aulas durante um ano, aprendi novidades e a cada dia que passa aprendo mais. A cada peça nova que desenvolvo descubro detalhes importantes.
Gosto de desafios, então sempre procuro estar inovando. Sei que ainda tem muito mais pra aprender”.

O céu recebe uma flor de menina, guerreira e meiga...a Terra perde uma flor uma guerreira...saudades e comoção são inevitáveis...mesmo a muitos anos longe de Junqueirópolis estou muito triste. Que Deus conforte todos os familiares e amigos....Maria Paula
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