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quarta-feira, 8 de maio de 2013

BASTIDORES DA NOTÍCIA 8 DE MAIO

NOVO BISPO

Uma das notícias mais importantes da semana dá conta da nomeação do monsenhor Luiz Antonio Cipolini como bispo da Diocese de Marília. A decisão era aguardada desde 2011, quando dom Osvaldo Giuntini completou 75 anos e teve que renunciar ao cargo.

DATA DA ORDENAÇÃO

Está definido que a ordenação episcopal do monsenhor Luiz Cipolini será dia 7 de julho (domingo), a partir das 15 horas, na Catedral de São João da Boa Vista. Em seguida ele tomará todas as providências para assumir a Diocese de Marília dias após.

NOVA DIOCESE

Não há qualquer novidade sobre o projeto de criação da Diocese de Dracena. Isso ainda pode demorar mais alguns anos. Seria necessário criar a nova Diocese para que o bispo tivesse mais condições de visitar todas as paróquias com maior frequência. No modelo atual a visita pastoral ocorre a cada três anos. A Crisma em cada paróquia é realizada todos os anos.

QUARTO BISPO

A Diocese de Marília já teve três bispos: dom Hugo Bressane de Araújo (período de 1954 a 1975, faleceu em 1988), dom Daniel Tomasella (período de 1975 a 1992, faleceu em 2003) e dom Osvaldo Giuntini (período de 1992 a 2013, atual bispo emérito).

ELEIÇÃO ESTADUAL

O prefeito de Bauru, Rodrigo Agostinho (PMDB), reeleito com 82% dos votos, pode ser o candidato a vice-governador numa eventual aliança com o PT. Além de Rodrigo, mais duas ou três opções compõem a seleta lista da Executiva do partido em São Paulo. A sigla deve recorrer a eles caso não seja viabilizada a candidatura a governador do presidente do Fiesp e do Ciesp, o empresário Paulo Skaf (PMDB), que já concorreu ao cargo em 2010. Então pelo PSB, ele alcançou o quarto lugar com pouco mais de 1 milhão de votos.

NOVO PMDB

Mesmo ainda alinhado ao governador Geraldo Alckmin (PSDB), o PMDB pode fortalecer a chapa do PT, indicando seu vice. E é justamente em torno desta possibilidade que o nome de Rodrigo é especulado. Com a morte do então cacique Orestes Quércia, muito próximo dos tucanos, o partido do prefeito de Bauru viu abertas as portas para alianças com o PT no Estado, repetindo a dobradinha do Governo Federal, encabeçada por Dilma Rousseff (PT) com Michel Temer (PMDB) como vice.

CABEÇA DE CHAPA

O PT paulista aposta todas as fichas na eleição para o Governo do Estado de 2014, acreditando no eventual esgotamento do projeto político do PSDB em São Paulo, que lançará Geraldo Alckmin (PSDB) na busca pela reeleição. Atualmente, o nome mais cotado para encabeçar a chapa petista é o do ministro da Saúde, Alexandre Padilha. No entanto, correm por fora Aloísio Mercadante (PT), ministro da Educação e candidato ao governo em 2006 e 2010, além do prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho. Na última semana, o ministro da Fazenda Guido Mantega passou a ser cogitado. Há setores que entendem que, apesar da inflação, a economia teria menos rusgas em comparação à área da Saúde.

SEGUNDO TURNO

Há quem acredite que a aliança entre PT e PMDB em São Paulo deva esperar o segundo turno. A avaliação de alguns setores é de que a candidatura de Paulo Skaf possa colaborar para que a disputa chegue ao segundo turno entre Alckmin e o candidato petista. Para isso, no entanto, a candidatura deve ser competitiva e alcançar, ao menos, 10% dos votos. Segundo peemedebistas, Paulo Skaf é o único no partido que tem chances de atingir esses patamares eleitorais. A alternativa seria Gabriel Chalita (PMDB). No entanto, a imagem do deputado federal está desgastada desde que ganham publicidade notícias com supostos escândalos em sua gestão à frente da Secretaria do Estado de Educação.

FERROVIA NORTE-SUL

O prefeito Cido Sério (PT) discutiu a possibilidade da extensão do traçado da ferrovia Norte-Sul até o Polo Hidroviário de Araçatuba, com o diretor-presidente da EPL (Empresa de Planejamento e Logística), Bernardo Figueiredo. A discussão aconteceu durante o 8º Encontro de Logística e Transportes, promovido pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). A ferrovia Norte-Sul, que teve suas obras iniciadas em 1987, quando o senador José Sarney (PMDB-AP) era presidente do país, até hoje não foi concluída. Panorama e o Pontal do Paranapanema também querem um ramal da ferrovia.

CLÁUDIO JOSÉ

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