A iniciativa faz parte de uma proposta mais
abrangente de prevenção e controle das duas doenças. O projeto pretende conhecer
a soroprevalência do HIV e da sífilis nesta população, traçar o perfil das mulheres
privadas de liberdade em relação a informações sobre as moléstias, dar orientação
de qualidade sobre o assunto para as presas, além de maior assistência em saúde
para DST/HIV/Aids.
“O levantamento tem como meta não só o conhecimento
atualizado deste grupo populacional, mas principalmente estabelecer de maneira
sustentável um sistema de referência e contrarreferência para o atendimento
adequado à saúde delas”, informa Luiza Matida, responsável pelo projeto.
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