As prisões haviam sido determinadas pelo juiz Evandro Pelarin, da 1ª
Vara Criminal de Fernandópolis em decorrência da operação Fratelli. Deflagrada na semana passada pela
Polícia Federal e pelo Ministério Público, a investigação apura suspeitas de
fraudes em licitações em 78 prefeituras do interior paulista.
Entre os beneficiados
pela liminar está o empresário Olívio Scamatti, apontado pelo MP como o chefe
do grupo. Segundo o jornal O
Estado de S. Paulo, ele trabalhou durante oito anos com Edson
Aparecido, atual chefe da Casa Civil do governo Geraldo Alckmin. Scamatti é
acusado de formação de quadrilha, fraude em licitação, falsidade ideológica,
corrupção passiva e ativa, entre outros crimes. Também foram beneficiados Maria
Augusta Seller Scamatti e Luiz Henrique Perez, acusados de ocultar e destruir
provas.
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