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sábado, 24 de novembro de 2012

FALTAM MAIS INFORMAÇÕES SOBRE A AÇÃO DA POLÍCIA FEDERAL EM DRACENA

O nome de Dracena está ligado à Operação Porto Seguro da Polícia Federal. Porém, faltam informações sobre o que ocorreu e se há pessoas na cidade envolvidas. Tudo é tratado como segredo de Justiça, porém a Cidade Milagre é destaque no noticiário nacional.
Segundo a PF, “o grupo investigado é composto de servidores públicos e agentes privados, e age em órgãos públicos para acelerar a tramitação de procedimentos ou para conseguir pareceres técnicos fraudulentos. Os investigados deverão responder, ainda de acordo com a PF, pelos crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, formação de quadrilha, tráfico de influência, violação de sigilo funcional, falsidade ideológica e falsificação de documento particular, com penas que podem ir de dois a 12 anos de prisão”. É que está sendo divulgado na imprensa por enquanto.

VEJA NOTÍCIA DO PORTAL R7

Os policiais federais cumpriram seis mandados de prisão e 43 de busca e apreensão, nas cidades paulistas de Cruzeiro, Dracena, Santos, na capital e em Brasília. Foram presos o diretor de hidrologia da ANA (Agência Nacional de Águas), Paulo Rodrigues Vieira; o diretor de infraestrutura aeroportuária da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), Rubens Carlos Vieira; e o empresário Marcelo Rodrigues Vieira. Os três são irmãos. De acordo com o MPF (Ministério Público Federal), a advogada Patricia Santos Macial de Oliveira foi presa em Brasília e já posta em liberdade. Os advogados Marcos Antônio Negrão Martorelli e Lucas Henrique Batista foram presos temporariamente, em Santos. A investigação da Polícia Federal teve início em 2011, após a denúncia de um servidor do TCU (Tribunal de Contas da União), que afirmou que lhe ofereceram R$ 300.000 para que elaborasse um parecer técnico favorável a um grupo empresarial do setor portuário. A polícia ainda descobriu que existia um grupo, composto por servidores públicos e pessoas da iniciativa privada, que exercia influência em diversos órgãos públicos federais. Os funcionários públicos aceleravam a tramitação de procedimentos ou elaboravam pareceres técnicos fraudulentos para beneficiar empresas. De acordo com a Polícia Federal, os investigados responderão, de acordo com suas ações, pelos crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, formação de quadrilha, tráfico de influência, violação de sigilo funcional, falsidade ideológica e falsificação de documento particular, cujas penas podem ir de 2 a 12 anos de prisão. Segundo o MPF, também estão sob investigação funcionários da Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários), da SPU (Secretaria do Patrimônio da União), do (TCU) Tribunal de Contas da União, da AGU (Advocacia-Geral da União), do MEC (Ministério da Educação).

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