Segundo a PF, “o grupo investigado é composto de servidores públicos e
agentes privados, e age em órgãos públicos para acelerar a tramitação de
procedimentos ou para conseguir pareceres técnicos fraudulentos. Os
investigados deverão responder, ainda de acordo com a PF, pelos crimes de
corrupção ativa, corrupção passiva, formação de quadrilha, tráfico de
influência, violação de sigilo funcional, falsidade ideológica e falsificação
de documento particular, com penas que podem ir de dois a 12 anos de prisão”. É
que está sendo divulgado na imprensa por enquanto.
VEJA NOTÍCIA DO PORTAL R7
Os policiais federais cumpriram seis mandados de prisão e
43 de busca e apreensão, nas cidades paulistas de Cruzeiro, Dracena, Santos, na
capital e em Brasília. Foram presos o diretor de hidrologia da ANA (Agência
Nacional de Águas), Paulo Rodrigues Vieira; o diretor de infraestrutura
aeroportuária da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), Rubens Carlos
Vieira; e o empresário Marcelo Rodrigues Vieira. Os três são irmãos. De acordo
com o MPF (Ministério Público Federal), a advogada Patricia Santos Macial de
Oliveira foi presa em Brasília e já posta em liberdade. Os advogados Marcos
Antônio Negrão Martorelli e Lucas Henrique Batista foram presos
temporariamente, em Santos. A investigação da Polícia Federal teve início em
2011, após a denúncia de um servidor do TCU (Tribunal de Contas da União), que
afirmou que lhe ofereceram R$ 300.000 para que elaborasse um parecer técnico
favorável a um grupo empresarial do setor portuário. A polícia ainda descobriu
que existia um grupo, composto por servidores públicos e pessoas da iniciativa
privada, que exercia influência em diversos órgãos públicos federais. Os
funcionários públicos aceleravam a tramitação de procedimentos ou elaboravam
pareceres técnicos fraudulentos para beneficiar empresas. De acordo com a
Polícia Federal, os investigados responderão, de acordo com suas ações, pelos
crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, formação de quadrilha, tráfico de
influência, violação de sigilo funcional, falsidade ideológica e falsificação
de documento particular, cujas penas podem ir de 2 a 12 anos de prisão. Segundo
o MPF, também estão sob investigação funcionários da Antaq (Agência Nacional de
Transportes Aquaviários), da SPU (Secretaria do Patrimônio da União), do (TCU)
Tribunal de Contas da União, da AGU (Advocacia-Geral da União), do MEC
(Ministério da Educação).

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