A avareza é um traço de personalidade
caracterizado pelo apego excessivo aos bens materiais e pela relutância em
gastar ou compartilhar recursos.
Essas pessoas têm apego excessivo ao
dinheiro e muitas vezes se aproveitam de oportunidades para não gastar
dinheiro.
Deixam de viver experiências incríveis,
de ajudar outras pessoas, resistem em comprar as necessidades básicas e
necessárias como cuidados médicos, alimentação adequada ou lazer, comprometendo
o bem-estar físico e emocional.
Esse tipo de atitude pode resultar em
doenças, agravamento de problemas de saúde e até transtornos psicológicos, como
ansiedade e depressão. Muitas vezes, acreditam que os outros querem se
aproveitar de sua riqueza, tornando-se desconfiadas, retraídas e adoecidas.
Mas, o que leva uma pessoa a ser avarenta?
O primeiro é o fato de querer sempre mais e nunca estar satisfeito com o que
tem. É um desejo vazio do ter, sem um objetivo real. Adora improvisar para não
gastar dinheiro. A avareza afeta muito o indivíduo e tem como consequências o
isolamento social.
Uma das consequências da avareza é o
afastamento de amigos e familiares para não compartilhar pequenos momentos de
prazer como uma festa. Portanto, não cria laços afetivos.
É muito importante ter controle sobre as
finanças e evitar desperdícios mas
é essencial ter o equilíbrio entre economizar e
aproveitar a vida desfrutando do que já possui.
Podemos refletir sobre nossos valores e
qual a nossa relação com o dinheiro e com os bens materiais. Como um apegado em
dinheiro pode melhorar? Fazer doações, retribuir com gratidão, praticar
generosidade entre outras.
A avareza pode surgir em pessoas que cresceram
em ambientes com limitações de recursos, transtornos psicológicos como (TOC),
ansiedade financeira ou em ambientes onde a riqueza é supervalorizada. Nesse
caso a retenção de bens vem como forma de segurança.
A avareza extrema pode causar mais danos
do que benefícios.
Cidinha Pascoaloto
- Psicóloga, com foco no luto CRP 06/158174. Presencial e online, contato: (18)
9 9725-6418