segunda-feira, 7 de junho de 2021
LOJISTA PODERÁ REGISTRAR RECEBÍVEIS DE CARTÃO
Depois de dois adiamentos, o Banco Central confirmou que, a partir desta segunda-feira (7), começará a funcionar o registro centralizado das receitas de lojistas com as vendas realizadas por cartão.
Segundo a instituição financeira, a medida deve
beneficiar principalmente micro e pequenas empresas, que poderão ter acesso a
créditos com juros mais baixos ao oferecerem parte do que têm a receber aos
bancos
Em nota, o BC informou que a medida aumentará a
concorrência entre as instituições financeiras, permitindo a redução do spread
bancário – diferença entre as taxas pagas pelas instituições para captarem
recursos e as taxas cobradas dos clientes.
domingo, 6 de junho de 2021
AGENDA DESTA SEGUNDA-FEIRA - 7 DE JUNHO
FLORA RICA É A QUINTA CIDADE PAULISTA QUE MAIS APLICOU A PRIMEIRA DOSE
Flora Rica está entre as 10 cidades paulistas que mais aplicaram a primeira dose da vacina contra a Covid-19. De acordo com o Vacinômetro, do Governo de São Paulo, o município já imunizou 698 pessoas, o que corresponde a 48,8% de sua população, estimada em 1.430 habitantes.
Os
resultados da campanha de vacinação da pequena cidade do Oeste Paulista
surpreendem positivamente, ficando atrás apenas dos de Águas de São Pedro
(50,3%), Turmalina (56,5%), Serrana (71,7%) e Botucatu (76,9%). Serrana e
Botucatu realizam vacinação em massa em função de pesquisas dos governos
estadual e federal.
RESERVATÓRIO DE JAMAICA PASSA POR PINTURA
Dentro do cronograma de melhorias nos reservatórios de água existentes no município, a EMDAEP contratou os serviços de pintura da unidade existente no Distrito de Jamaica, com capacidade para 60 mil litros de água. A pintura está sendo finalizada nesta semana.
Recentemente, o antigo reservatório do Jardim das
Palmeiras IV foi retirado para reforma e pintura, com instalação em novo local
a ser anunciado brevemente.
O presidente da empresa municipal, vice-prefeito
Guido Francisco Baggio, comentou que ao longo do mandato haverá melhorias em
todos os reservatórios municipais.
![]() |
| Pintura em fase final de conclusão |
COLUNA DO PROFESSOR VALDIR ANDRÊO - 6 DE JUNHO
Cova América
Antes da partida contra o Equador, pelas
eliminatórias do mundial, noticiou-se o ensaio de boicote à Copa América, por
parte de jogadores e comissão técnica da seleção brasileira. O posicionamento
surge como um “fato novo” capaz de ressoar em efeito cascata com potencial de “melar”
de vez a competição continental que foi desabrigada por Argentina e Colômbia e
encontrou refúgio num Brasil, varrido pela pandemia de covid-19.
Duas décadas antes
Se o grupo atual pressiona os cartolas da
CBF, um jogador concretizou o boicote, há 20 anos. Tetracampeão mundial em
1994, o volante Mauro Silva havia se apresentado à seleção como um dos atletas
mais experientes do grupo e titular do time de Luiz Felipe Scolari para a Copa
América de 2001. Já dentro do avião que levaria a delegação à Colômbia, sede da
competição, Silva comunicou a Felipão que não viajaria com o restante da
equipe.
Atitude isolada
Ainda no aeroporto, justificou sua decisão: “Quis mostrar minha revolta com o fato de interesses políticos e econômicos falarem mais alto. Se, há uma semana, a Colômbia não tinha condições de realizar a Copa América, por que agora tem? O que mudou? Foi pressão dos investidores? O interesse daqueles que teriam prejuízo com o cancelamento do torneio é mais importante do que a vida humana?”, questionou o jogador. O ato de protesto não foi seguido por nenhum dos companheiros de equipe.
Ambiente de guerra
A competição em solo colombiano chegou a ser cancelada pela Conmebol depois que Hernán Campuzano, vice-presidente da Federação de futebol do país, foi sequestrado pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC). O clima era de tensão permanente no país, pois, além do acirramento do confronto entre tropas do Exército e das FARC, um atentado terrorista havia detonado um carro-bomba num prédio de Cali.
Mesmo assim...
O ataque foi vinculado ao cartel que controlava o narcotráfico na região e que, assim como as FARC, ameaçava novos atentados durante a Copa América. Em que pese o clima de terror, a Conmebol voltou atrás e confirmou a realização do torneio na Colômbia a menos de 10 dias para a abertura, razão da atitude de Mauro Silva.
Professor Valdir Andrêo






















