AINDA A ELEIÇÃO
Passados alguns dias é importante fazer uma leitura sobre os números da eleição municipal de Dracena. Os 10.059 ausentes (28,5%) poderiam mudar o resultado para prefeito e vereador. Compareceram 25.147 votantes. Para prefeito foram 22.626 votos nominais, 1.150 (4,5%) em branco e 1.371 (5,4%) nulos. Mesmo os votos em branco e anulados poderiam interferir na ordem dos candidatos.
COEFICIENTE ALTO
O tão esperado coeficiente para vereador foi alto: 1.766 votos. É a divisão dos 22.962 votos válidos por 13 cadeiras. Para vereador foram 1.147 (4,5%) votos em branco e 927 (3,6%) anulados.
QUEM ATINGIU
Seis partidos ultrapassaram o coeficiente de 1.766 votos para vereador: Podemos 3.448 votos, Patriota 2.917, PV 2.666, Democratas 2.531, PP 2.360 e PL 1.938. Os partidos PSB de Rodrigo Parra (1.432) e PSDB de Rodrigo Castilho (1.396) ficaram abaixo, mas com a mudança de regra conseguiram eleger pelo menos um representante. Partidos que ficaram pelo meio do caminho: PSL 891, PTB 820, PROS 806, Republicanos 694, MDB 457, PDT 383 e PT 203.
DÚVIDA ESCLARECIDA
O candidato a vereador com menos de 10% do coeficiente não pode ser eleito. Isso dá em torno de 176 votos. Ficou a dúvida se como suplente ele pode permanecer ou em caso de abertura de vaga se chamaria o suplente mais votado (independente de partido). No total são 15 suplentes com mais de 176 votos, sendo o primeiro da lista Pedro Trabuco (reserva do PSB) com 489 votos. Foi tudo esclarecido. A atual legislação prevê: "na definição dos suplentes da representação partidária, não há exigência de votação nominal mínima", ou seja, pode ser abaixo dos 10% como é o caso do PSDB.
CLÁUDIO JOSÉ PASQUALETO

























