Em seu primeiro
discurso no plenário da Câmara dos Deputados, o deputado federal Enrico Misasi
(PV-SP) subiu à tribuna para agradecer ao povo paulista que o concedeu a
oportunidade de representá-los com mais de 108 mil votos. Assista o vídeo
completo aqui - https://goo.gl/4fPPDZ.
O deputado
federal iniciou o discurso afirmando que chega a esta Casa Legislativa com
muita reverência e um sincero respeito por tudo o que a Câmara dos Deputados
representa na história do Brasil e para o Brasil de hoje em dia.
“Tenho uma
profunda reverência pela Câmara dos Deputados ser na nossa história a garantia
última das nossas liberdades, o palco maior da nossa democracia, enfim, a
grande trincheira da democracia. Reverência também por tudo aquilo que Câmara
dos Deputados representa que, em última análise, é o povo brasileiro, esse povo
fantástico, o mais diverso do mundo”.
No discurso, o
parlamentar destacou o orgulho de ser brasileiro, país rico em heranças
culturais de vários países.
“Somos a maior
colônia de italianos fora da Itália, de japoneses fora do Japão, de espanhóis
fora da Espanha, de portugueses fora de Portugal, e ninguém se sente menos
brasileiro. Isso faz do povo brasileiro uma grande reserva de coragem moral
para a humanidade, uma grande reserva de força criativa e de capacidade de
unidade, de se unir”.
O deputado
federal Enrico Misasi (PV-SP) acredita que a união de pessoas do bem que
desejam transformar o Brasil, independente de correntes ideológicas, deve
prevalecer para que o país avance.
“A política tem
duas grandes dimensões: uma dimensão que, às vezes, fica mais evidente, que é a
dos partidos, da divisão, das discordâncias e das divergências; mas não podemos
esquecer que há uma dimensão também do consenso e da unidade”.
Misasi finalizou
o discurso dizendo que essa capacidade de unidade é o grande desafio da 56ª
legislatura.
“Posso ser
contra ou a favor de determinados aspectos do pacote anticrime que aqui foi
enviado, mas sempre vou querer um país seguro, e tenho certeza que todos os
colegas o querem. Posso discordar sobre alguns pontos da reforma da
Previdência, ou concordar, mas todos nós concordamos que queremos uma
Previdência sustentável para todos os nossos filhos e netos. Para encontrar as
soluções que o Brasil precisa o caminho é o diálogo”. Ass. Imprensa